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Falando de Artes | Helga Silveira

Quem é Helga Silveira? Especialista em Marketing pelo CESMAC, Tutora do curso de Marketing da UNOPAR Arapiraca. Técnica em Educação, Trabalha na Secretaria Municipal de Educação. Amante das Artes, pesquisadora e curiosa sobre tudo que se refere a cultura e as artes em geral.
Naty Lopes

Festival Internacional de Palhaços- 7º Circovolante

 
Na estrada Real, fica aquela que foi a primeira Vila, Cidade e Capital do Estado de Minas Gerais, a linda Mariana, esta cidade cheia de história e de beleza barroca, abriga um povo amistoso, educado e culturalmente abastado.

 

Entre as manifestações culturais da cidade, está O CIRCOVOLANTE – Festival Internacional de Palhaços que está em sua 7ª edição. De 25 a 27 de Setembro, a cidade recebe artista de todos os lugares do Brasil e do mundo, entre eles Rodrigo Robleño –O Palhaço Viralata que é um dos homenageados do festival este ano, Rodrigo é amigo da nossa família, já esteve em Arapiraca no Festival Gargalhada e encantou a todos com seu espetáculo, Viralata, o palhaço tá solto. Além de Rodrigo, o festival recebe o palhaço que dá a volta ao mundo de bicicleta – O Biciclown, que veio realmente de bicicleta até chegar à cidade e apresentar seu espetáculo. E o festival recebe para nosso orgulho o Palhaço Mixuruca, Juninho Silveira filho do Biribinha, este ano representou Arapiraca lindamente, com direito a matéria onde recebeu altos elogios pela sua alegria, espontaneidade, por mexer com adultos e crianças como faz um verdadeiro palhaço.

Este ano Biribinha e Pipoca não foram ao festival, mas foi um legítimo representante de uma família tradicionalmente Circense, herdeiro de uma herança que surgiu com o avô Biriba, seguiu com o Pai Biribinha e hoje está com ele, Mixuruca. Ser palhaço é um privilégio concedido à poucos, entender que ser palhaço é ser povo, é representar o oprimido e tentar com sua sagacidade, astúcia, inteligência e muita inocência, vencer as armadilhas preparadas pela opressão da vida diária. Ser palhaço verdadeiramente engraçado, não é para todos, não acredito que dá pra acordar um dia e dizer: “eu quero ser palhaço”, sem antes ter sentido algo muito profundo dentro de si, uma vontade de se mostrar através de alguém que está guardado dentro de você, sim, todos temos um palhaço dentro de nós, mas nem todos conseguem mostrá-lo. O palhaço trabalha o ridículo, é ser um homem velho biologicamente mas ter 7, 8 anos quando se mostra palhaço, é ter energia de criança quando seu corpo já não pode te dar, mas o palhaço arranca essa energia e a transforma em gargalhadas que são entregues de presente por uma platéia encantada, hipnotizada! Parabéns Mixuruca, Obrigada por nos representar tão bem. Vida longa ao Circo, vida longa ao Palhaço, vida longa à Alegria.

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